8/31/2003

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Madama Butterfly (1974) (TV)
Deve ser bom pra ver depois do almoço.
Neste momento, o Plácido Domingo está vendo as japonesinhas chegando. Já já ele sei apaixona.

Detalhes desta produção pra a TV, de 74, adaptação da Ópera Madame Butterfly de Puccini, aqui.

Neste outro site, onde encontrei este poster, tem uma boa explicação sobre a ópera. Vou traduzir o começo:

"Madame Butterfly originou-se de uma história de John Luther Long e foi adaptada para o palco por David Belasco. A peça estreou com grande sucesso em Nova York, no ano de 1900, atravessando o Atlântico rapidamente para uma produção em Londres, onde foi vista por Giacomo Puccini.

A primeira versão de Puccini para a ópera foi um fracasso no La Scala, em 1904, mas uma versão revisada fez sucesso no mesmo ano, a mesma que conhecemos hoje, uma das óperas mais produzidas.

Butterfly é diferente de outras óperas. É intimista, se ações espetaculosas, desenrolando-se inteiramente dentro de uma casa em Nagazaki. Só há um enredo, sem histórias paralelas.
Almoço
A pior coisa do mundo é comer demais e perceber que além de ter excedido a quantidade o conteúdo da comida não satisfez o desejo psicológico. Agora, só tem duas soluções razoáveis, não-patológicas: a primeira é esperar a digestão vendo um filme. E a segunda é sair pra correr depois da digestão pra queimar calorias.
Não sei se eu já disse, mas partilho o sentimento de muitas mulheres e muitos homens que visitam este blog, a vontade de viver bem, ter saúde, ter um corpo bacana mas sem virar essa coisa escrava que passa o dia contando calorias, centímetros, gramas, tendo como ideal de vida reduzir a gordura corporal a zero.
Essa mania mantemática, de contar, de se pautar pelos números, é a primeira ferramenta da obsessão. E a obsessão é a antítese da liberdade.
Gente, o que botaram no meu almoço??
bRUNCH!
Finalmente, vamos sair pra comer. Em jejum até uma da tarde não é mole não.
Free Day Pass e Thirteen
Foi assim: entrei no Salon.com
que é Ótêmo, vi uma ilustração do Scwarzenegger com a manchete "Você deixaria sua irmã votar nesse cara?', com um ôlho da matéria falando sobre seu jeito machista de ser.
Cliquei pra ler.
Li o começo e aí, o texto me avisou que eu tinha duas opções: tornar-me uma assinante ou assistir a um comercial do filme Thirteen e ganhar um 'free day pass' pra navegar no site sem pagar nada. Belê.
Adorei a opção, porque além de ler tudo, ainda curti ficar vendo os clips do filme.
A onda pink vai arrasar. Se não ficar tudo azul, pelo menos, vamos ver um mundo temporariamente cor-de-rosa.
E a idéia de ter um 'patrocinador' do dia, que oferece o free pass, também é genial. (Nossa, bateu um banzo e eu me lembrei do tempo em que encanei de divulgar o The Hunger Site, que tinha um patrocinador para cada click doado. )
Querido Leitor, como você e Carla Freire
Tem gente que sabe de tudo. em maio, a Carla Freire me mandou pelo Submarino, de presente, dois maravilhosos CDs do Emmerson Nogueira.
acho que em maio ele não tinha estourado, mas ela teve a capacidade de surfar a onda e, como no velho oeste, sacou primeiro. o cara é genial e de lá pra cá, todo mundo começou a falar.
mesmo que pareça puxação de saco, os queridos leitores deste blog são o maior patrimônio deste espaço. gente bacana, gente diferente, gente inteligente, gente animada, gente sacada, gente de todo lugar.
cada vez que leio os comments, fico mais impressionada. como tem gente antenada!
Nada pode ser melhor do que a diversidade porque enquanto um trabalha muito o outro passa a ser o seu repositório da preguiça, com todas as boas memórias do ócio.
Enquanto um vive sem grana, o outro fala que a vida nababesca não é a solução pra cabeça.
Cada um e todos fazem a magia da variedade, o verdadeiro tempero da vida.
Só tem que tomar cuidado, sempre, pra não se deixar destruir pelos ataques virulentos que nos rondam sempre. FAz parte.
Agora, por exemplo, acabei de lembrar do dia que por uma idéia coletiva dos queridos leitores daqui, o povo resolveu escolher um post para todo mundo entrar e comentar, pra bater o record de comentários.
Aqui aprendi que a gente tem que abrir mão sempre, da mania de querer ser o autor de tudo, o inventor de tudo, como se as idéias que a gente produz não fossem farofas das idéias que os outros nos dão.
Pois são. Hoje, por exemplo, eu descobri, que eu sou uma farofa de tudo o que vocês também são!
Pois não?
The Flash
Coitada da turma que fica azeda porque os outros se divertem em flashmobs alegando que é gente que 'tem tempo livre pra não fazer nada'. Agora, então, fica claro que milhões de pessoas tem tempo livre pra não fazer nada mesmo, dar rolê na web e ainda deixar comentários em posts cheios de alegria!
Acabei de passar no funnysun.blogspot.com e deixei um recado:

"Trouxe um beijo, um browse, um aperto de mouse e uma flashfarofa rápida pra dizer que a felicidade não existe, o que existe, são flash-momentos felizes!
ahahahah!

rosana hermann"

Ou vai me dizer que tem programa melhor pra esse limbo de domingo?

PS - Lembrei de quando os queridos leitores daqui faziam esses movimentos pra deixar um post com record de comentários! Lembra?
Ah, sim
bom dia. antes que tardia. tá um frio desgraçado aqui em são paulo, capitólio. um frio gelado que atravessa os ossos com a umidade do ar. na tv, um monte de porcaria, reprises, filmecos, canais de televendas. a família, toda de pijama. a preguiça é tanta que não consigo nem apertar a tecla shift pra fazer letras maiúsculas.
todo mundo em jejum, aliás, esperando bater a fome de brunch, pra fazer aquela boa mistura de café da manhã com almoço.
o domingo de marasmo, promete.
Vegas

Se você, como eu, atravessou as décadas de 70, 80 e 90 como fã de Elton John, desde os idos tempos de Benny and the Jets, Rocket Man, até o tema pra chorar a morte de Lady Di, atenção para a boa notícia: Elton John fechou um contrato de dois anos com o famoso Hotel/Casino Caesars Palace em Las Vegas, assumindo os dias de folga de Celine Dion.
Ou seja, se você quiser vê-lo tocando, já sabe para onde ir: Las Vegas.
boa noite
ficou meio tarde, de repente. uma e meia da manhã. mas essa é a parte boa da vida, viver sem compromisso com o relógio. compromisso hoje, só com o termômetro...
até mais tarde.