12/09/2002

Simpático

Os sites vão colocando tocas de papai noel em seus logos. É natal na web.
Zero é a mãe!

Tô muito P da vida com esse sistema maldito de comentários da igualmente maldita globo.com. Ele não é customizável e ainda submete as pessoas a esse ridículo de ficar convivendo com um zero, uma bola na sua cara, uma torta jogada no meio das ventas dizendo: viu? ninguém comentou!

Um insulto!

Antes, pelo menos, eu podia escrever comente para o zero, um convite ao comentário.
quando havia um comentário, virava...quem comentou.
e depois, quantos comentaram

Eu não vou me submeter a esse sistema.!
Não não e não!

O Fábio do Falou e disse , falou e disse que o problema era a duplicidade de uso dos codigos. Não sei. Tirei dos outros blogs e continua não funcionando.
MAs vai assim mesmo.
Eu não vou usar esse sistema gratuito da globo.com. com as cores que ela quer, o jeito que ela quer e esse conceito 'americano' simpático de dizer obrigada pelos comentários.

Podre.

Eu vou voltar ao que era entes.

E ponto.
HOmens armados invadem hospital em S.P.
Notícia das 12:41, agora há pouco. No incor.
Caso Pedrinho
Incrível como as ondas de notícia, a moda do tema, passa rápido na mídia. Ninguém mais fala uma palavra sobre o caso Pedrinho.
O correiobraziliense faz um uptodate e publica matéria falando sobre a celebração da mãe biológica, Lia, no primeiro mês de reencontro do seu filho.
Ísis de Oliveira
Talvez você nem lembre, nem conheça. Mas Ísis de Oliveira foi uma celebridade da mídia até o fim dos anos 80.
Ela sofreu um infarte e passou por uma cirurgia.
No site Babado
Há um tempo, ela enganou a mídia, inventando que estava tendo um caso com George Clooney.
Me ajuda?

Estou procurando na web, um modelo de desenho, do tipo para recortar e colar, de flores para fazer um colar havaiano. Pode ser em html ou pdf. Uma aula para crianças, ensinando a fazer o 'Lei', o colar havaiano de flores. Tem que ter o desenho pra recortar e montar.
Help!
Alguém sabe quem é o tradutor / intérprete do Lula?
só pra saber se ele levou um dele ou se vai usar um do bush.
Agora num
Num posso. Não dá. Não, agora. Mas já já, sim.
Estou naquele momento em que a organização precede o trabalho, a coordenação antecede a inspiração.
Tenho compromissos com os próprios compromissos.
Já explico.
Por enquanto fica só registrado o vídio de dar satisfações da minha vida.
Era ruim, acostumei.
Fiz tanto que, gostei.


Médio.
Profissionais do Sexo
Amanhã, dia 10, tem reunião em Salvador, com profissionais do sexo. Nota da radiobras e tratamento oficial. Bacana.
Falta pouco

Toda notícia influencia.
Se a gente lê sobre uma nova modalidade de assalto, pronto. O medo toma conta. A gente já arruma a bolsa pensando no ladrão, monitora o trânsito pelo retrovisor e olha feio até para o deficiente que vende mentex.
Doença nova então, é batata. Se for comportamental a paranóia vem de brinde.

Hoje, deixei-me influenciar de forma positiva pela coluna da Mônica Bergamo, na Ilustrada, Folha de São Paulo.

Ainda culpada pelo vergão da calça justa onde já não há mais lugar para minha atual e gorda pessoa, acordei pensando em, de fato, encarar a dieta com seriedade profissional. Enquando escolhia o mais mínimo pedaço de pão para comer com um inocente queijo, acompanhado de um café preto espartano, li que a dieta do Lula e sua mulher Marisa, elaborada pelo Incor, ficou pronta.

Ele não come mais rabada, ela, não come mais gema de ovo. E eu que não como rabada com polenta nunca faço como? Começo pra depois parar?

Sempre achei que quem come muita porcaria consegue emagrecer mais, porque tem o que cortar. O problema do gordo que não emagrece é o meu, aquele que já acha que come pouco.

Mas valeu, mesmo assim, porque enquanto eu negociava com minha mente a adesão à um segundo pedaço para completar a fome, decidi seguir o conselho da minha amiga La Japa: levantar da mesa sempre com um pouco de fome.

E assim, com um buraco no desejo, saí da mesa e corri pra cá, o último reduto de minha voz. Um lugar que ocupo de forma não remunerada, que me oferece (como tudo na vida) prazer e risco, mas que tem a sublime vantagem de fazer com que eu possa, with a little help from my friends, encarar a vida.

E, quem sabe, do alto da pirâmide de quem tem acesso à web, tem casa, comida e roupa lavada, família saudável e nada para reclamar, buscar a felicidade do equilíbrio saudável de quem tem o privilégio de estar em paz com seu corpo e sua alma.

Por enquanto, minha alma está ansiosa e minhas roupas, apertadas.

O alento vem do calendário. Falta pouco pra acabar 2002.
Agora, é empurrar a fé para o ano que vai começar, novinho em folhas.
Um ano de muito ouvir e pouco falar, de muita consciência e aprimoramento técnico.
Um ano de prestação de serviços e de contas para o mundo.
Com muito equilíbrio.
Espero.

Vamos ao trabalho.
Senão, já jávai ter rabada. Com polenta.